Joana Duarte - Grande Maluca (TV7 Dias)

Notícia na TV7 Dias: Até agora sempre fez papéis de menina boazinha, mas, na vida real, Joana Duarte consegue ser bastante ousada.
Na sua página pessoal da Internet não faltam fotografias suas em poses bastante ousadas e em que mostra não ter preconceitos de qualquer espécie. Um desses exemplos é a fotografia onde aparece a dar um beijo repenicado na boca de uma amiga. Em outras imagens, sempre rodeada por muitas amigas, até recebeu uma trinca na orelha.
A colega e amiga Jessica Athayde também tem direito a entrar neste álbum pessoal, bem como Marta Faial e o actor João Batista que, à semelhança das outras duas, faz parte do elenco de Morangos com Açúcar. Aquele ar de "quem não parte um prato", a que Joana Duarte nos habituou no pequeno ecrã - veja-se a personagem de Catarina, em Ilha dos Amores , é completamente destronado com esta sucessão de fotografias em que a actriz se mostra muito à-vontade.
Joana Duarte - Perfil
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Joana Duarte é uma actriz portuguesa nascida em Lisboa, no dia 28 de Setembro de 1986.
Actualmente entra em Morangos com Açúcar, onde interpreta o papel de Matilde Gouveia, o papel principal da série. Já participou noutras séries da TVI como Os Serranos e O Clube das Chaves.
Morangos são embaixadores da Fóssil
Joana Duarte, Tiago Felizardo e Ana Guiomar da L'Agence People, são os novos embaixadores dos relógios e joalharia Fóssil, na colecção Primavera/Verão. A Fóssilpretende assim mostrar seus produtos a todos, nomeadamente ao público mais jovem.
Joana Duarte sempre se habituou a viver rodeada pelos focos e flashes das câmaras e máquinas fotográficas. Exactamente desde a altura em que a mãe, Olga Duarte, começou a trabalhar numa agência de modelos, onde ainda hoje se mantém, como headbooker. “Achei que ela poderia fazer alguns castings para anúncios de publicidade. E até aos 10/11 anos, a Joana fez bastantes trabalhos”, explica a mãe. De todos os castings que fez, Joana não se lembra de ter ficado nervosa alguma vez. A única ideia que não lhe agradava era o facto de ter de ficar sozinha no meio de pessoas que lhe eram totalmente desconhecidas. Por isso, era o pai, Manuel Duarte, quem fazia questão de a acompanhar sempre que possível, já que, na altura, era quem tinha maior disponibilidade de tempo.
